Coronavírus no sêmen

Atualmente, existem várias investigações nos centros médicos e universidades mais importantes em todo o mundo, e é que com relação ao covid-19 existem muitas incógnitas que ainda existem.

Alguns estudos enfocam um assunto que, com certeza, falham em especificar. Este tópico permitiria dar respostas mais precisas aos exames realizados, dando como positivo o achado de que o Coronavírus pode ser encontrado no sêmen.

O que se sabe até agora?

Sabe-se que o receptor (ACE-2) encontrado nos testículos é o mesmo que encontramos no pulmão, rim, intestino e coração, onde se sabe que o Coronavírus é capaz de causar estragos. Alguns dos resultados que permaneceram em estudo mostram que o fato de ter o Coronavírus afeta a velocidade dos espermatozoides em 50% e também afeta seus índices quantitativos.

Ressalta-se que este estudo foi realizado em um centro de pesquisas israelense, com pacientes já recuperados do vírus.

Outro estudo realizado em um hospital na China com 38 pacientes, estima que pelo menos 16% apresentavam vestígios do Coronavírus no sêmen, por isso foi possível reconhecer que o Coronavírus não pode se replicar neste sistema masculino. Mas a razão pela qual o Covid consegue sua permanência neste órgão masculino, é porque possui imunidade privilegiada, isso significa que o sistema imunológico não pode atacar o vírus no sêmen.

O resultado desta pesquisa não surpreendeu os especialistas, pois existem outros vírus bem conhecidos, como o Ebola ou o Zika recente, que também foram encontrados no sêmen de pacientes recuperados e infectados.

Por outro lado, estudo realizado nos Estados Unidos – Miami, reconheceu o fato de que o Coronavírus pode durar no sêmen por meses , mesmo que o paciente esteja e considere estar totalmente recuperado. E é que isso não afeta a capacidade reprodutiva se for uma carga viral pequena, mas para pessoas que não têm sintomas de Covid-19, não é possível saber sua carga viral, então na hora de fazer sexo podem infectar o parceiro e também afetam a capacidade de reprodução.

esperma

Essa capacidade reprodutiva comprometida pode chegar a 30 a 40%, porém ainda está sob investigação. Ressalta-se que, em relação a esses estudos, a primeira etapa foi concluída, mas, por enquanto, espera-se apresentar ao público os resultados da segunda etapa da investigação nos próximos meses.

Coronavírus como doença sexualmente transmissível?

Pesquisas sobre o assunto ainda estão sendo realizadas, mas até o momento, não há evidências de que o vírus possa ser transmitido como uma doença sexualmente transmissível (DST), da mesma forma, não foi possível encontrar Covid nos fluidos femininos.

coronavirus y semen

Mas o fato de manter relacionamentos, onde é promovido o contato com a saliva, objetos ou matéria fecal de pessoas infectadas, é uma fonte totalmente segura de contágio. Portanto, recomenda-se manter distância, evitar ter relacionamentos durante os sintomas do vírus e da mesma forma, evitar ter relação sexual com pessoa fora do seu ambiente ou onde você mantém por desconhecimento, seus cuidados em relação a este vírus.

Lembre-se de que você deve cuidar de si e dos seus, mantendo o protocolo de cuidado para evitar o distanciamento cobiçoso e social. Se algum dos casais sentir os sintomas, eles devem optar por outras maneiras de manter a conexão ativa como casal.

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