Tratamento de gravidez para mães lésbicas

Os tratamentos reprodutivos assistidos são uma série de técnicas que beneficiam milhares de casais que procuram constituir família. As diferentes alterações que sempre existiram, deram base aos médicos para procurarem alternativas que lhes permitissem desenvolver a gravidez no seu próprio corpo, ou com o material genético dos futuros pais.

Os modelos de família também mudaram, sendo essenciais outros métodos que dêem oportunidade de gestar no próprio corpo.

No caso de mulheres do mesmo sexo feminino, existem 3 métodos ideais para conseguir a tão esperada gravidez.

É imprescindível saber se o país de origem aprova esses métodos, conhecendo a legislação do país, e a oportunidade que as técnicas de reprodução assistida proporcionam a cada um dos casais que delas necessitam, visto que ainda não é comum na maioria dos países.

Os métodos mais utilizados são a fertilização in vitro (FIV) e a inseminação artificial (IA). Que a princípio foram pensados para casais homossexuais, mas com o crescimento das famílias homossexuais (só inclui casais de lésbicas, já que casais gays precisam necessariamente de uma mulher grávida) um tratamento é projetado apenas para casais de lésbicas. o Método VESTUÁRIO (Recepção de oócitos maduros).

Esse método permite que o casal se envolva igualmente no processo, cada um participando de uma fase até que a gestação se complete e culmina com o nascimento do filho.

Antes de passar para as técnicas de reprodução assistida É importante ressaltar que a doação de esperma é necessária para todas as técnicas, que serão escolhidas no mesmo centro de reprodução assistida, já que na maioria das vezes existe um banco de esperma.

Também pode ser o caso de o centro escolhido ser afiliado a um banco de esperma. Para a seleção eles são regidos pela compatibilidade com a mãe que doou o óvulo, garantindo que haja um maior percentual de sucesso. Além disso, o pequeno não se sente excluído da futura família.

Os tratamentos que um casal de lésbicas pode escolher para realizar o planejamento familiar são:

Fertilização in vitro (FIV):

Essa técnica consiste na estimulação ovariana, onde óvulos maduros são extraídos para fertilizá-los em laboratório com espermatozoides previamente escolhidos. Posteriormente, desenvolvem-se embriões que são transferidos para a mulher grávida. A gestante será escolhida de acordo com o estado de saúde das duas mulheres.

Inseminação artifícial:

Este tratamento pode ser realizado quando a gestante não apresentar alteração nas trompas de falópio. É feito um controle do ciclo menstrual da mulher, para inseminar o útero no momento exato em que a gravidez se desenvolve. Isso não requer cirurgia, e a pessoa pode retornar às suas atividades diárias.

embarazo madres lesbianas

Para ambos os tratamentos, apenas uma das mulheres é necessária, e a decisão será tomada pelo médico se uma ou ambas apresentarem sinais de infertilidade. Da mesma forma, ambos devem ser casados e assinar o contrato inicial.

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Recepção de oócitos maduros (ROPA):

É exclusivo para casais do mesmo sexo feminino, uma vez que permite estar presentes no processo e ser participantes. Um será aquele que fornecerá os óvulos maduros e o outro será a gestante do bebê.

  • o primeira mulher passará por estimulação ovariana, para extraí-los e ser fertilizada com esperma. Isso será feito por meio de punção folicular.
  • o segunda mulher Será o receptor dos embriões e sua subsequente fertilização que dará origem ao nascimento. A escolha será feita pelo casal, desde que apoiada pelo médico responsável pelo preparo.

Ambas as pessoas devem passar por tratamento hormonal, um para desenvolver maior quantidade de óvulos e sua qualidade, enquanto o outro tratamento é para que a gestante receba corretamente os embriões transferidos.

Estes são os métodos que casais lésbicos podem usar, sendo o Método VESTUÁRIO o ideal, uma vez que se realiza juntos, sendo desejo de muitos casais, chegar a viver esta experiência juntos.

O método ROPA pode ser visto como uma doação de óvulos por uma das mulheres, mas não é o caso. As leis de cada prática são diferentes, sendo que esta última é vista como o compartilhamento do material genético entre o casal, sendo um vínculo de união do casal.

Hoje, o planejamento familiar de casais lésbicos melhorou e há um aumento de famílias homoparentais. Ser uma ferramenta para incluir todas as pessoas e seu tipo de família na sociedade.

Da mesma forma, é importante que haja advogado para conhecer os procedimentos associados à parte legal do menor, que se assemelham aos procedimentos de adoção. Ser um grande passo para muitos casais que fazem parte da sociedade, e dos quais é importante oferecer inclusão e respeito.

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